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Before / After Novel Adaptation
921 words → 72 manga panels
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Original Novel Prose (Source Manuscript)
(CENÁRIO: Mesma clareira na floresta. Eli Cari está no chão, braço direito queimado e a sangrar, a tossir sangue. Yana está a ser segurada pelo segundo Vindicari.) · O projétil de Luz do Vindicari atingiu o braço de Eli Cari, o calor perfurante esmagando a fraca aura protetora. Ele cambaleou, o gosto de sangue na boca. Estava nas últimas, a Luz em seu corpo exausta e insuficiente. · Fugir era impensável; seria o último ato de cobardia e deixaria a jovem, que tinha gritado e chorado durante a luta, à mercê dos agressores. Ele tinha vindo para ser um herói da Ordem de Aethelos, mas estava a ser esmagado. · O Vindicari mais forte, o que o tinha atingido, riu e começou a concentrar uma nova bola de Luz na palma da mão. · “Acabou, Misto,” sibilou o homem. “A tua Luz não vale nada.” · “GROIEN!” · O grito da rapariga não era de medo, mas de ordem. Uma árvore maciça e retorcida surgiu do chão numa explosão de terra, erguendo-se a tempo de interceptar a bola de Luz, que explodiu inofensivamente contra o tronco grosso. · A ajuda foi de pouca dura. O segundo Vindicari, vendo a manifestação do poder Éteris (Terra), agiu de imediato. Ele agarrou a jovem, Yana, pelo braço e deu-lhe uma bofetada nas mãos incandescentes pela Luz. · Yana gritou de dor, e a árvore começou a murchar. · Eli Cari viu a cena, a raiva a ultrapassar a dor. Ele levantou-se, cambaleante, o corpo exausto, mas o orgulho intacto. A batalha estava perdida, mas ele não ia cair sem lutar. · O Vindicari que tinha atacado primeiro gozou com ele: “Não preciso nem sair do lugar. Dou cabo de ti a esta distância.” · O som de outra bola de Luz a ser formada cortou o ar, mais densa e fatal do que a primeira. O mercenário preparou-se para o golpe final: “LIGHT BOOOOM!” · Desta vez, não havia como Yana o ajudar. Eli Cari viu o projétil dourado a voar em sua direção. Ele pensou: Estou perdido. A minha história termina aqui, e nem comecei tudo o que sonhei… · Num flash negro de velocidade impossível de rastrear, algo se meteu no meio de Eli Cari e do ataque. Um jovem, de roupas escuras e agilidade felina, nem sequer parou. · Este jovem é Lygar. Lygar tem cabelo preto/escuro mais longo e espetado. Lygar tem olhos roxo-escuro/violetas. Lygar tem expressão fria, arrogante e quase aborrecida. Lygar veste roupa escura estilo Noxiano (casaco ou jaqueta preta, visual sombrio). Uma aura de sombra preta e roxa envolve parcialmente o corpo de Lygar. · O seu punho chocou com o Light Boom com uma chapada casual, desativando o ataque e convertendo a energia em uma bola negra de negação. “SHADOW SPIRIT!” · Lygar, o recém-chegado, não esperou pela reação do segundo mercenário. Com a mesma rapidez assustadora, aproximou-se do agressor que segurava Yana. A sua mão canalizou uma navalha de escuridão, uma lâmina de sombra sólida, e espetou-a com precisão nas costas do mercenário. · O agressor cambaleou, o grito engasgado na garganta. · Lygar voltou-se para ambos os mercenários, os olhos a brilhar com a aura das Trevas de Erebus. “Se vocês ousam a fazerem-me frente, eu não serei tão bonzinho como fui agora.” · Os mercenários levantaram-se, os rostos pálidos, mas riram-se por nervosismo. · “Tu não te atreverias, Noxiano—” · Antes que o homem pudesse terminar, Lygar cortou a distância entre eles. O seu movimento foi um borrão de sombra, e a cabeça do mercenário caiu na terra coberta de agulhas de pinheiro, separada do corpo. · “Foge,” disse Lygar, a voz fria e mortal. “Antes que eu perca a paciência. Tens três segundos.” · O mercenário sobrevivente, em choque total, tentou levantar-se, desorientado. · Lygar sorriu. “Time out.” · “PARAAAAAA!” gritou Eli Cari, o seu instinto Vindicari de ordem e justiça chocando-se com a brutalidade do salvador. · A distração do grito de Eli Cari foi o que salvou o mercenário. O homem usou o pânico para finalmente se levantar e fugir, desaparecendo na floresta. · Lygar ignorou o mercenário em fuga. Ele olhou para Eli Cari. “Antes do ‘Para’, devia chegar o ‘Obrigado’,” disse ele, a frieza de Erebus a ressoar na sua voz. · “Quem és tu?” perguntou Eli Cari, chocado. · “Pfff. Vindicari ingrato.” Lygar acenou, desinteressado. · “Eu agradeço,” corrigiu Eli Cari. “Mas diz o teu nome.” · “Lygar. O meu nome é Lygar.” · A rapariga, Yana, que se apoiava numa árvore, conseguiu falar: “Obrigada, Lygar. Eu sou a Yana.” · Lygar deu de ombros, virando-se para ir embora. “Eu não perguntei os vossos nomes. Yana e jovem ingrato, se vocês são fracos, não venham para esta floresta.” E desapareceu tão rápido quanto tinha chegado, deixando apenas o cheiro de ozono e o corpo decapitado para trás. · Eli Cari ficou em choque. O seu orgulho Vindicari, a sua crença na superioridade da Luz e da Ordem, tinha sido completamente destruída. Ele foi salvo por um Noxiano – alguém que ele fora ensinado a ver como caos e terror – e esse caos tinha sido mais rápido e mais eficaz do que toda a sua disciplina de Luz. · Lygar não o tinha salvo por moralidade ou ordem, mas por habilidade e por uma lei brutal de sobrevivência. Eli Cari percebeu o quão fraco realmente era e o quão forte precisava de se tornar para realmente ajudar os outros. · “Não disseste o teu nome…” perguntou Yana, que o olhava com medo e gratidão. · “Aaaaah, sim. Eu sou o Eli,” ele respondeu, com a voz rouca. Ele olhou em volta, para o corpo no chão. “Mas vamos embora daqui. Está a ficar tarde.”
(CENÁRIO: Mesma clareira na floresta. Eli Cari está no chão, braço direito queimado e a sangrar, a tossir sangue. Yana está a ser segurada pelo segundo Vindicari.)
O projétil de Luz do Vindicari atingiu o braço de Eli Cari, o calor perfurante esmagando a fraca aura protetora. Ele cambaleou, o gosto de sangue na boca. Estava nas últimas, a Luz em seu corpo exausta e insuficiente.
Fugir era impensável; seria o último ato de cobardia e deixaria a jovem, que tinha gritado e chorado durante a luta, à mercê dos agressores. Ele tinha vindo para ser um herói da Ordem de Aethelos, mas estava a ser esmagado.
O Vindicari mais forte, o que o tinha atingido, riu e começou a concentrar uma nova bola de Luz na palma da mão.
“Acabou, Misto,” sibilou o homem. “A tua Luz não vale nada.”
“GROIEN!”
O grito da rapariga não era de medo, mas de ordem. Uma árvore maciça e retorcida surgiu do chão numa explosão de terra, erguendo-se a tempo de interceptar a bola de Luz, que explodiu inofensivamente contra o tronco grosso.
A ajuda foi de pouca dura. O segundo Vindicari, vendo a manifestação do poder Éteris (Terra), agiu de imediato. Ele agarrou a jovem, Yana, pelo braço e deu-lhe uma bofetada nas mãos incandescentes pela Luz.
Yana gritou de dor, e a árvore começou a murchar.
Eli Cari viu a cena, a raiva a ultrapassar a dor. Ele levantou-se, cambaleante, o corpo exausto, mas o orgulho intacto. A batalha estava perdida, mas ele não ia cair sem lutar.
O Vindicari que tinha atacado primeiro gozou com ele: “Não preciso nem sair do lugar. Dou cabo de ti a esta distância.”
O som de outra bola de Luz a ser formada cortou o ar, mais densa e fatal do que a primeira. O mercenário preparou-se para o golpe final: “LIGHT BOOOOM!”
Desta vez, não havia como Yana o ajudar. Eli Cari viu o projétil dourado a voar em sua direção. Ele pensou: Estou perdido. A minha história termina aqui, e nem comecei tudo o que sonhei…
Num flash negro de velocidade impossível de rastrear, algo se meteu no meio de Eli Cari e do ataque. Um jovem, de roupas escuras e agilidade felina, nem sequer parou.
Este jovem é Lygar. Lygar tem cabelo preto/escuro mais longo e espetado. Lygar tem olhos roxo-escuro/violetas. Lygar tem expressão fria, arrogante e quase aborrecida. Lygar veste roupa escura estilo Noxiano (casaco ou jaqueta preta, visual sombrio). Uma aura de sombra preta e roxa envolve parcialmente o corpo de Lygar.
O seu punho chocou com o Light Boom com uma chapada casual, desativando o ataque e convertendo a energia em uma bola negra de negação. “SHADOW SPIRIT!”
Lygar, o recém-chegado, não esperou pela reação do segundo mercenário. Com a mesma rapidez assustadora, aproximou-se do agressor que segurava Yana. A sua mão canalizou uma navalha de escuridão, uma lâmina de sombra sólida, e espetou-a com precisão nas costas do mercenário.
O agressor cambaleou, o grito engasgado na garganta.
Lygar voltou-se para ambos os mercenários, os olhos a brilhar com a aura das Trevas de Erebus. “Se vocês ousam a fazerem-me frente, eu não serei tão bonzinho como fui agora.”
Os mercenários levantaram-se, os rostos pálidos, mas riram-se por nervosismo.
“Tu não te atreverias, Noxiano—”
Antes que o homem pudesse terminar, Lygar cortou a distância entre eles. O seu movimento foi um borrão de sombra, e a cabeça do mercenário caiu na terra coberta de agulhas de pinheiro, separada do corpo.
“Foge,” disse Lygar, a voz fria e mortal. “Antes que eu perca a paciência. Tens três segundos.”
O mercenário sobrevivente, em choque total, tentou levantar-se, desorientado.
Lygar sorriu. “Time out.”
“PARAAAAAA!” gritou Eli Cari, o seu instinto Vindicari de ordem e justiça chocando-se com a brutalidade do salvador.
A distração do grito de Eli Cari foi o que salvou o mercenário. O homem usou o pânico para finalmente se levantar e fugir, desaparecendo na floresta.
Lygar ignorou o mercenário em fuga. Ele olhou para Eli Cari. “Antes do ‘Para’, devia chegar o ‘Obrigado’,” disse ele, a frieza de Erebus a ressoar na sua voz.
“Quem és tu?” perguntou Eli Cari, chocado.
“Pfff. Vindicari ingrato.” Lygar acenou, desinteressado.
“Eu agradeço,” corrigiu Eli Cari. “Mas diz o teu nome.”
“Lygar. O meu nome é Lygar.”
A rapariga, Yana, que se apoiava numa árvore, conseguiu falar: “Obrigada, Lygar. Eu sou a Yana.”
Lygar deu de ombros, virando-se para ir embora. “Eu não perguntei os vossos nomes. Yana e jovem ingrato, se vocês são fracos, não venham para esta floresta.” E desapareceu tão rápido quanto tinha chegado, deixando apenas o cheiro de ozono e o corpo decapitado para trás.
Eli Cari ficou em choque. O seu orgulho Vindicari, a sua crença na superioridade da Luz e da Ordem, tinha sido completamente destruída. Ele foi salvo por um Noxiano – alguém que ele fora ensinado a ver como caos e terror – e esse caos tinha sido mais rápido e mais eficaz do que toda a sua disciplina de Luz.
Lygar não o tinha salvo por moralidade ou ordem, mas por habilidade e por uma lei brutal de sobrevivência. Eli Cari percebeu o quão fraco realmente era e o quão forte precisava de se tornar para realmente ajudar os outros.
“Não disseste o teu nome…” perguntou Yana, que o olhava com medo e gratidão.
“Aaaaah, sim. Eu sou o Eli,” ele respondeu, com a voz rouca. Ele olhou em volta, para o corpo no chão. “Mas vamos embora daqui. Está a ficar tarde.”
(CENÁRIO: Mesma clareira na floresta. Eli Cari está no chão, braço direito queimado e a sangrar, a tossir sangue. Yana está a ser segurada pelo segundo Vindicari.) · O projétil de Luz do Vindicari atingiu o braço de Eli Cari, o calor perfurante esmagando a fraca aura protetora. Ele cambaleou, o gosto de sangue na boca. Estava nas últimas, a Luz em seu corpo exausta e insuficiente. · Fugir era impensável; seria o último ato de cobardia e deixaria a jovem, que tinha gritado e chorado durante a luta, à mercê dos agressores. Ele tinha vindo para ser um herói da Ordem de Aethelos, mas estava a ser esmagado. · O Vindicari mais forte, o que o tinha atingido, riu e começou a concentrar uma nova bola de Luz na palma da mão. · “Acabou, Misto,” sibilou o homem. “A tua Luz não vale nada.” · “GROIEN!” · O grito da rapariga não era de medo, mas de ordem. Uma árvore maciça e retorcida surgiu do chão numa explosão de terra, erguendo-se a tempo de interceptar a bola de Luz, que explodiu inofensivamente contra o tronco grosso. · A ajuda foi de pouca dura. O segundo Vindicari, vendo a manifestação do poder Éteris (Terra), agiu de imediato. Ele agarrou a jovem, Yana, pelo braço e deu-lhe uma bofetada nas mãos incandescentes pela Luz. · Yana gritou de dor, e a árvore começou a murchar. · Eli Cari viu a cena, a raiva a ultrapassar a dor. Ele levantou-se, cambaleante, o corpo exausto, mas o orgulho intacto. A batalha estava perdida, mas ele não ia cair sem lutar. · O Vindicari que tinha atacado primeiro gozou com ele: “Não preciso nem sair do lugar. Dou cabo de ti a esta distância.” · O som de outra bola de Luz a ser formada cortou o ar, mais densa e fatal do que a primeira. O mercenário preparou-se para o golpe final: “LIGHT BOOOOM!” · Desta vez, não havia como Yana o ajudar. Eli Cari viu o projétil dourado a voar em sua direção. Ele pensou: Estou perdido. A minha história termina aqui, e nem comecei tudo o que sonhei… · Num flash negro de velocidade impossível de rastrear, algo se meteu no meio de Eli Cari e do ataque. Um jovem, de roupas escuras e agilidade felina, nem sequer parou. · Este jovem é Lygar. Lygar tem cabelo preto/escuro mais longo e espetado. Lygar tem olhos roxo-escuro/violetas. Lygar tem expressão fria, arrogante e quase aborrecida. Lygar veste roupa escura estilo Noxiano (casaco ou jaqueta preta, visual sombrio). Uma aura de sombra preta e roxa envolve parcialmente o corpo de Lygar. · O seu punho chocou com o Light Boom com uma chapada casual, desativando o ataque e convertendo a energia em uma bola negra de negação. “SHADOW SPIRIT!” · Lygar, o recém-chegado, não esperou pela reação do segundo mercenário. Com a mesma rapidez assustadora, aproximou-se do agressor que segurava Yana. A sua mão canalizou uma navalha de escuridão, uma lâmina de sombra sólida, e espetou-a com precisão nas costas do mercenário. · O agressor cambaleou, o grito engasgado na garganta. · Lygar voltou-se para ambos os mercenários, os olhos a brilhar com a aura das Trevas de Erebus. “Se vocês ousam a fazerem-me frente, eu não serei tão bonzinho como fui agora.” · Os mercenários levantaram-se, os rostos pálidos, mas riram-se por nervosismo. · “Tu não te atreverias, Noxiano—” · Antes que o homem pudesse terminar, Lygar cortou a distância entre eles. O seu movimento foi um borrão de sombra, e a cabeça do mercenário caiu na terra coberta de agulhas de pinheiro, separada do corpo. · “Foge,” disse Lygar, a voz fria e mortal. “Antes que eu perca a paciência. Tens três segundos.” · O mercenário sobrevivente, em choque total, tentou levantar-se, desorientado. · Lygar sorriu. “Time out.” · “PARAAAAAA!” gritou Eli Cari, o seu instinto Vindicari de ordem e justiça chocando-se com a brutalidade do salvador. · A distração do grito de Eli Cari foi o que salvou o mercenário. O homem usou o pânico para finalmente se levantar e fugir, desaparecendo na floresta. · Lygar ignorou o mercenário em fuga. Ele olhou para Eli Cari. “Antes do ‘Para’, devia chegar o ‘Obrigado’,” disse ele, a frieza de Erebus a ressoar na sua voz. · “Quem és tu?” perguntou Eli Cari, chocado. · “Pfff. Vindicari ingrato.” Lygar acenou, desinteressado. · “Eu agradeço,” corrigiu Eli Cari. “Mas diz o teu nome.” · “Lygar. O meu nome é Lygar.” · A rapariga, Yana, que se apoiava numa árvore, conseguiu falar: “Obrigada, Lygar. Eu sou a Yana.” · Lygar deu de ombros, virando-se para ir embora. “Eu não perguntei os vossos nomes. Yana e jovem ingrato, se vocês são fracos, não venham para esta floresta.” E desapareceu tão rápido quanto tinha chegado, deixando apenas o cheiro de ozono e o corpo decapitado para trás. · Eli Cari ficou em choque. O seu orgulho Vindicari, a sua crença na superioridade da Luz e da Ordem, tinha sido completamente destruída. Ele foi salvo por um Noxiano – alguém que ele fora ensinado a ver como caos e terror – e esse caos tinha sido mais rápido e mais eficaz do que toda a sua disciplina de Luz. · Lygar não o tinha salvo por moralidade ou ordem, mas por habilidade e por uma lei brutal de sobrevivência. Eli Cari percebeu o quão fraco realmente era e o quão forte precisava de se tornar para realmente ajudar os outros. · “Não disseste o teu nome…” perguntou Yana, que o olhava com medo e gratidão. · “Aaaaah, sim. Eu sou o Eli,” ele respondeu, com a voz rouca. Ele olhou em volta, para o corpo no chão. “Mas vamos embora daqui. Está a ficar tarde.”
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